Avaliação psicológica na cirurgia estética: Milton Seigi Hayashi informa a importância do acompanhamento

Pall Shnider
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Milton Seigi Hayashi destaca a avaliação psicológica na cirurgia estética.

A decisão de realizar uma cirurgia estética envolve não apenas fatores físicos, mas também aspectos emocionais e psicológicos, e Milton Seigi Hayashi, médico cirurgião plástico, expõe que a avaliação do estado mental do paciente é parte essencial da segurança do procedimento. 

Antes de tudo, é importante reconhecer que a motivação para a cirurgia influencia diretamente a satisfação com o resultado. Quando o desejo de mudança está associado a pressões externas, comparações constantes ou insatisfação generalizada com a própria imagem, o procedimento pode não resolver o desconforto emocional subjacente. Assim, identificar essas questões antes da cirurgia contribui para decisões mais conscientes e responsáveis.

Se você deseja compreender como esse aspecto ajuda a alinhar expectativas, este artigo é para você! Venha saber mais da importância do passo de avaliação antes de tomar qualquer decisão, confira agora.

Cirurgia estética mais segura com avaliação psicológica segundo Milton Seigi Hayashi.
Cirurgia estética mais segura com avaliação psicológica segundo Milton Seigi Hayashi.

Relação entre autoimagem e decisão cirúrgica

A forma como a pessoa percebe o próprio corpo afeta suas expectativas em relação ao procedimento. Em alguns casos, pequenas imperfeições são vivenciadas como grandes defeitos, gerando sofrimento desproporcional. Nesses contextos, a cirurgia pode não trazer o alívio esperado, pois a percepção distorcida da imagem corporal tende a persistir mesmo após a intervenção.

Além disso, pacientes com histórico de insatisfação crônica podem buscar múltiplos procedimentos em sequência, acreditando que a próxima cirurgia resolverá a frustração anterior. Neste sentido, Milton Seigi Hayashi apresenta que a avaliação psicológica ajuda a identificar padrões de comportamento que podem indicar necessidade de acompanhamento emocional antes de qualquer decisão cirúrgica.

Transtornos relacionados à imagem corporal

Existem condições psicológicas específicas, como o transtorno dismórfico corporal, nas quais o indivíduo apresenta preocupação excessiva com defeitos mínimos ou inexistentes. Nesses casos, a cirurgia estética não é indicada, pois tende a agravar o quadro emocional em vez de resolvê-lo, informa Hayashi.

@miltonseigihayash

Tendências em blefaroplastia: visão de Milton Seigi Hayashi Milton Seigi Hayashi mostra como as tendências atuais em blefaroplastia priorizam a naturalidade e o bem-estar do paciente. Ele destaca os avanços que tornam o procedimento menos invasivo, com menor inchaço, menos desconforto e um processo de recuperação acelerado. #MiltonSeigiHayashi #QuemÉMiltonSeigiHayashi #OQueAconteceuComMiltonSeigiHayashi #MédicoMiltonSeigiHayashi #CirurgiãoPlásticoMiltonSeigiHayashi

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Por esse motivo, o cirurgião deve estar atento a sinais de alerta durante a consulta, como expectativas irreais, foco exagerado em detalhes mínimos e dificuldade em aceitar explicações técnicas. O médico cirurgião plástico alude que o encaminhamento para avaliação especializada pode ser a conduta mais segura e ética.

Papel do diálogo na consulta médica

A consulta pré-operatória vai além da avaliação física, evidencia Milton Seigi Hayashi. Ela é o momento em que o profissional compreende as motivações, expectativas e contexto de vida do paciente. Por meio de perguntas abertas e escuta ativa, é possível identificar se o desejo pela cirurgia está alinhado com objetivos realistas e saudáveis.

O diálogo permite ainda, esclarecer limitações técnicas, riscos e tempo de recuperação, ajudando o paciente a tomar uma decisão mais fundamentada. Dessa maneira, a consulta se torna um espaço de construção conjunta da melhor estratégia de cuidado.

Impacto psicológico do pós-operatório

Outro ponto relevante é que o período pós-operatório pode ser emocionalmente desafiador. Inchaços, desconfortos e mudanças temporárias na aparência podem gerar ansiedade e insegurança, especialmente em pacientes que não estavam preparados para essas fases do processo.

Milton Seigi Hayashi demonstra que pacientes com maior equilíbrio emocional tendem a lidar melhor com as etapas de recuperação, respeitando o tempo necessário para o resultado final. Por isso, avaliar previamente a capacidade de enfrentamento do paciente também contribui para uma experiência mais positiva após a cirurgia.

Responsabilidade ética do cirurgião

A ética médica orienta que o procedimento só deve ser realizado quando houver benefício real para o paciente, considerando saúde física e mental. Portanto, a recusa em operar, quando motivada por preocupação psicológica, é uma forma de cuidado e não de negação de atendimento, ressalta Hayashi.

Junto a isso, a colaboração com profissionais de saúde mental fortalece a abordagem multidisciplinar e amplia a segurança do tratamento. Dessa forma, a cirurgia estética deixa de ser um ato isolado e passa a integrar um processo mais amplo de cuidado com o indivíduo.

Decisão consciente e resultados mais satisfatórios

Em síntese, a avaliação psicológica na cirurgia estética é um componente essencial para garantir que a decisão seja madura, segura e alinhada com o bem-estar do paciente. Ao considerar aspectos emocionais e comportamentais, reduz-se o risco de frustração, arrependimento e complicações associadas a expectativas irreais.

Como destaca o médico cirurgião plástico, Milton Seigi Hayashi, o verdadeiro sucesso da cirurgia plástica não está apenas no resultado visual, mas na melhora global da qualidade de vida do paciente. Quando a decisão é tomada com equilíbrio emocional, informação e apoio profissional adequado, os benefícios do procedimento tendem a ser mais duradouros e satisfatórios.

Autor: Pall Shnider

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